Na cidade de Rodésia, onde ruas de pedra clara refletiam a luz do sol e o som da vida nunca cessava, havia um nome que despertava curiosidade e respeito: Asuka.
De cabelos rubros como o fogo e olhar sempre atento, Asuka caminhava pelas praças com a naturalidade de quem pertence àquele lugar — mas seu espírito jamais fora comum. Ela era uma espadachim de duas espadas, uma técnica rara em Lunia, que exigia não apenas força, mas equilíbrio entre mente, corpo e emoção.
Asuka não lutava por fama. Sua personalidade era marcada por uma mistura curiosa de coragem, alegria e determinação. Em meio aos moradores de Rodésia, era conhecida por seu sorriso confiante e pela forma leve como conversava, mas bastava um perigo surgir para que sua expressão mudasse por completo.
Certa tarde, rumores ecoaram pela cidade: criaturas sombrias vinham das florestas ao redor do reino. Sem hesitar, Asuka ajustou as duas espadas na cintura — lâminas que ela chamava de Lua Escarlate e Vento Dourado. Para ela, lutar era uma dança, e cada movimento tinha propósito.
Quando o perigo finalmente apareceu nos portões de Rodésia, Asuka avançou à frente, protegendo os civis. Suas espadas cortavam o ar em perfeita harmonia, uma atacando enquanto a outra defendia. Ela se movia com graça e precisão, como se estivesse escrevendo sua própria lenda no campo de batalha.
Mesmo diante do medo, Asuka nunca deixava que a escuridão dominasse seu coração. Para ela, ser forte não significava ser fria, mas lutar para que outros pudessem sorrir novamente.
Após a batalha, Rodésia voltou à tranquilidade. Asuka, porém, já seguia adiante, pois sabia que o Reino de Lunia sempre precisaria de alguém disposto a empunhar duas espadas — não apenas com as mãos, mas com a alma.
E assim, entre ruas iluminadas e caminhos sombrios, a espadachim de duas lâminas continuava sua jornada, carregando o espírito livre de Rodésia e a esperança de Lunia.




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