A Batalha Mais Épica… e Mais Estranha de Lunia
O céu estava em chamas.
Relâmpagos azuis cortavam o ar enquanto o robô D-1 avançava com passos que faziam o chão tremer, cada soco carregado de energia extraída das Pedras de Trovão. À sua frente, criaturas demoníacas urravam — algumas de dor, outras de pura confusão.
No meio do caos, Arta Lorraine girava no ar com um sorriso largo demais para alguém cercada por monstros.
— Sensor de mira… agora funciona, né? ♡ — disse ela, apertando um botão.
O sensor imediatamente disparou para o lado errado, vaporizando um demônio que nem estava participando da batalha.
— …Funcionou o suficiente.
Atrás dela, uma figura envolta em chamas e correntes ergueu-se: Yama, o Deus da Morte, observando a cena com um olhar cansado.
— Eu governei eras de destruição… — murmurou ele — mas nunca pensei que perderia para… engenharia alegre.
Arta ergueu o Dispositivo de Proteção do Laboratório, o cristal negro pulsando com energia antiga.
— Ciência do futuro + magia do passado = problema resolvido!
D-1 lançou um feixe de energia azul que atravessou o campo de batalha como um trovão sólido. Demônios fugiram, alguns tropeçando uns nos outros. Um deles gritava:
— Isso não estava no roteiro do apocalipse!
Quando a poeira baixou, o silêncio caiu — quebrado apenas pelo bip suave do motor de retorno temporal ativando.
Arta ajustou os óculos, ainda sorrindo.
— Anota aí, Yama: Lunia é perigosa… mas eu sou mais curiosa ainda.
E com um flash de luz azul, ela desapareceu no tempo, deixando para trás um campo de batalha destruído…
…e o Deus da Morte questionando suas escolhas de carreira.


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